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    A ionosfera de Vénus ganha a forma da cauda de um cometa

    Quando os planetas se comportam como cometas

    1 Fevereiro 2013

    A nave da ESA Venus Express fez observações surpreendentes de Vénus, durante um período de baixa pressão dos ventos solares: a ionosfera do planeta expandiu-se na sua face noturna, assemelhando-se à cauda de um planeta. 

    A ionosfera é uma região da alta atmosfera, carregada eletricamente. A sua forma e densidade são em parte determinadas pelo campo magnético interno do planeta.

    Na Terra, que tem um campo magnético forte, a ionosfera mantém-se relativamente estável, numa determinada gama de condições dos ventos solares. Já em Vénus, que não tem campo magnético, a forma da sua ionosfera depende das interações com o vento solar.

    Mantinha-se a dúvida sobre o impacto dos ventos solares na forma da ionosfera. Mas os novos resultados da Venus Express revelaram, pela primeira vez, o efeito de uma pressão de vento solar muito baixa na ionosfera de um planeta não magnetizado. 

    As observações foram feitas em Agosto de 2010, quando a nave da NASA Stereo-B mediu uma diminuição na densidade dos ventos solares para 0,1 partículas por centímetro cúbico, um valor cerca de 50 vezes mais baixo do que o observado normalmente; isto persistiu durante cerca de 18 horas. 

    Quando este vento solar fraco atingiu Vénus, a Venus Express registou o balão ionosférico do planeta a sair do seu lado noturno, de uma forma semelhante à cauda de um cometa, em condições semelhantes.

    “A ionosfera em forma de lágrima começou a formar-se 30–60 minutos depois diminuição da pressão do vento solar. Num período equivalente a dois dias terrestres esticou-se até pelo menos dois raios de Vénus,” diz Yong Wei do Max Planck Institute para a Pesquisa do Sistema, na Alemanha, e principal autor das duas descobertas.

    Estas observações encerram o debate sobre a forma como o vento solar afeta o transporte de plasma ionosférico do lado diurno para o noturno de Vénus.

    Normalmente, este material escoa ao longo de um fino canal na ionosfera, mas os cientistas não tinham a certeza relativamente ao que acontece em condições de fraco vento solar. Será que as partículas de plasma aumentam à medida que o canal se alarga devido a uma menor pressão, ou será que diminui porque há menos força disponível para puxar o plasma pelo canal?

    “Sabemos agora, finalmente, que o primeiro efeito se sobrepõe ao segundo e que a ionosfera se expande significativamente durante baixas condições de vento solar,” diz Markus Fraenz, também do Max Planck Institute e co-autor do artigo.

    Prevê-se que ocorra um efeito semelhante à volta de Marte, o outro planeta não-magnetizado do nosso Sistema Solar.

    “Falamos com frequência sobre os efeitos dos ventos solares na atmosfera dos planetas, durante períodos de intense atividade, mas a Vénus Express mostrou que até mesmo quando o vento solar é fraco o Sol ainda consegue influenciar significativamente o ambiente dos nossos planetas vizinhos,” acrescenta Håkan Svedhem, cientista de projeto da nave da ESA Venus Express. 


    Nota para os editores

    O artigo “A teardrop-shaped ionosphere at Venus in tenuous solar wind” por Y. Wei et al foi publicado em Planetary and Space Science 73, 2012.

    Para mais informãçao:

    Markus Bauer 


    ESA Science and Robotic Exploration Communication Officer

 

    Tel: +31 71 565 6799 


    Mob: +31 61 594 3 954 


    Email: markus.bauer@esa.int
 


    Yong Wei
    Max Planck Institute for Solar System Research
    E-mail: wei@mps.mpg.de

    Markus Fraenz
    Max Planck Institute for Solar System Research
    E-mail: fraenz@mps.mpg.de
    Tel: +49 555 6979 441

    Håkan Svedhem
    Venus Express Project Scientist
    Email: H.Svedhem@esa.int
    Tel: +31 71 565 3370 

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